A reportagem visitou o canteiro em três dias diferentes e não encontrou funcionários no local. Estruturas de concreto estão expostas e há acúmulo de água em áreas escavadas.
Os contratos analisados mostram que o prazo original terminava no ano passado. Foram assinados três aditivos, todos sem justificativa técnica anexada ao processo.
Moradores afirmam que 180 crianças aguardam vaga na região e que a lista de espera aumentou desde a paralisação.

